quarta-feira, 25 de março de 2020
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
No ano 1958, no dia 04 de junho o navio de nome CAMBOINHAS, encalhou na praia de Itaipu, no município de Niterói/RJ

A marinha do Brasil tentou desencalhar o grande graneleiro Camboinhas, o que não foi possível, apesar de ter enviados vários navios para o local.
Na época, 04 de junho de 1958, uma equipe da British Pathé, registrou em vídeo a tentativa de resgate do Camboinhas pela Marinha de Guerra brasileira.
Veja o documento histórico clicando no link abaixo
Encalhe navio camboinhas
Hoje a parte da praia de Itaipu onde ocorreu o encalhe é denominada praia de Camboinhas.
O navio permaneceu encalhado, na praia de Itaipu, Seus restos ainda podem ser vistos , principalmente quando o mar está de ressaca e com a maré baixa.



A marinha do Brasil tentou desencalhar o grande graneleiro Camboinhas, o que não foi possível, apesar de ter enviados vários navios para o local.
Na época, 04 de junho de 1958, uma equipe da British Pathé, registrou em vídeo a tentativa de resgate do Camboinhas pela Marinha de Guerra brasileira.
Veja o documento histórico clicando no link abaixo
Encalhe navio camboinhas
Hoje a parte da praia de Itaipu onde ocorreu o encalhe é denominada praia de Camboinhas.
O navio permaneceu encalhado, na praia de Itaipu, Seus restos ainda podem ser vistos , principalmente quando o mar está de ressaca e com a maré baixa.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Simples e delicioso.
Aquela Manjubinha Frita Que Alegra Ainda Mais Nosso Bate Papo
Crédito da Foto: Pescadinho
Na simplicidade da saborosa manjubinha frita repousa sua força e sua mítica. Ela é quase um marco representativo do mundo intuitivo, honesto, marcante e delicioso dos petiscos simples. A básica manjubinha, junto a outros quitutes lendários, forma um contraponto ao mundo pretensioso e muitas vezes árido dos acepipes sofisticados. Mooooleza!
Fácil, rápida, simples e quase viciante, a manjubinha frita é um dos maravilhosos petiscos de DNA Caiçara que acompanham muito bem uma gelada para molhar a palavra num prazeroso papo com os amigos. Simples assim!
RECEITA
Fácil | 1 porção | Uns 30 minutos.
INGREDIENTES
1 kg de manjubas frescas e inteiras
Suco de 1 limão galego ou cravo
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de fubá (opcional)
1 punhado de alfavaca e coentro de folha picados
Sal a gosto
Óleo para fritar
![]() |
| Crédito da Foto: Clube dos Colaboradores |
Dica: A manjuba é um peixe bem sensível, verifique se a manjuba está realmente fresca. O corpo deve estar branquinho e firme, os olhos brilhantes e as guelras vermelhas.
Você Vai Precisar
Frigideira alta para fritar
Duas vasilhas ou travessa fundas para temperar e empanar
Pegador ou escumadeira
Escorredor coberto com papel absorvente
PREPARO
Lave as manjubas e coloque-as em uma vasilha funda. As manjubas vão ser preparadas inteiras.
| Crédito da Foto: Um Pouco de Tudo |
Tempere-as com o suco do limão, o sal, a alfavaca e o coentro. Deixe marinar por uns 15 minutos.
Deite (minha Vó Antoninha escrevia assim em suas receitas) a farinha de trigo e o fubá em outra vasilha funda e misture bem. Quando você achar que as manjubinhas já pegaram bem o gosto dos temperos, comece a empaná-las. Sacuda-as para retirar o excesso de farinha e reserve.
| Crédito da Foto: Um Pouco de Tudo |
Dica 1: Como a manjuba é um peixe pequeno, você pode empaná-las remexendo-as com as duas mãos pela farinha, ou coloque a farinha e o fubá dentro de um saco plástico. Coloque as manjubas neste saco e chacoalhe bem. A farinha vai cobrir muito bem todo o peixe.
Dica 2: A mistura de farinha de trigo e fubá vai dar uma cor mais bonita e uma crocância maior as manjubinhas. Você também pode utilizar só a farinha de trigo ou só o fubá. Arrisque-se e seja feliz!
Frite as manjubinhas virando-as até que estejam douradas. Estando em um ponto que você ache legal, coloque-as em um escorredor com papel absorvente.
Dica: As manjubas vão ser fritas em imersão. Daí usar uma frigideira funda e colocar óleo suficiente para cobrir pequenas porções do peixinho. Elas devem fritar lado a lado e não uma encima do outra. Sacou?
Sirva-as imediatamente, acompanhadas de limão e daquela sua pimentinha. Alguns gostam de deixar a disposição um vidro de shoyu. Muito shoyu encobre o sabor delicado do peixe, mas fica bom também.
Dicas Importantíssimas: Como as manjubas foram preparadas inteiras, ao comê-las talvez você prefira retirar as cabeças. Alguns as comem inteiras. Alguns as preferem mais "limpas". Anos de prática e observação apurada resultaram nestas técnicas para devorá-las sem espinha:
Torce e Puxa: Com uma das mãos segure o corpo do peixe e com a outra o rabo, torça com cuidado o corpo para um lado e o rabo para o outro. Isso fará a espinha se soltar da carne. Ainda segurando o corpo, puxe delicadamente o rabo. Se a técnica for executada com extrema perícia a espinha sairá inteirinha.
Aperta e Puxa: Com um dedo na região dorsal e outro no região ventral, aperte de leve o peixe. Naturalmente a carne se soltará da espinha. Segurando o corpo, puxe o rabo. Se a técnica for executada com maestria a espinha sairá inteirinha.
Seu prêmio por este trabalho extra: No espaço onde estava a espinha, esprema o limão, coloque a pimenta ou tasque o shoyu. Delicie-se!
![]() |
| Quase! Treine, a prática leva a perfeição! Crédito da Foto: Vicente Suzuki |
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
domingo, 22 de novembro de 2015
Quanto mais informado sobre o CÂNCER DE PRÓSTATA, melhor.
CÂNCER DE PRÓSTATA
Uma polêmica sobre câncer de próstata
tem dividido sociedades médicas no país.
De um lado, a
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade passou a contraindicar
o rastreamento de rotina, por toque retal e dosagem de PSA (antígeno prostático
específico) no sangue.
Do outro, a
Sociedade Brasileira de Urologia, que defende o diagnóstico precoce e recomenda
que todo homem com mais de 50 anos –ou 45, no caso de negros e pacientes com
histórico familiar– façam anualmente os exames.
Os dois lados
apresentam estudos comprovando suas teses. Os médicos da família citam um
estudo americano que conclui que o rastreamento precoce não diminui a
mortalidade dos homens.
Os urologistas
respondem citando dois estudos europeus que concluíram o contrário, apontando
até 40% de redução na chance de morrer de câncer de próstata entre quem faz os exames
preventivos.
"O estudo
americano tem falhas metodológicas grosseiras", diz o urologista e
professor da USP Miguel Srougi.
Ele aponta
problemas na construção do grupo controle. Ou seja, o estudo não conseguiu
reunir um conjunto robusto e estável de homens que ficassem sem fazer exames e
que não tivessem feito o PSA recentemente. Além disso, os pacientes foram
avaliados por apenas sete anos, na média. No estudo europeu, esse valor foi de
11 anos.
Seu colega
Rodrigo Olmos, professor do departamento de clínica médica da USP, discorda.
Para ele, não se trata apenas do estudo americano. Evidências contra o
rastreamento de rotina estão se acumulando na última década, afirma, e a grande
maioria dos tumores encontrados pelo rastreamento não se comporta agressivamente.
"São
cânceres que nunca teriam causado problemas ao paciente caso não tivessem sido
detectados pelo rastreamento. Tratar esse tipo de câncer é o chamado
sobrediagnóstico. Isso significa levar homens saudáveis a complicações como
incontinência urinária e impotência sexual."
Para Srougi,
dizer que o cirurgião vai operar pacientes saudáveis é "generalizar o
comportamento de uma minoria de médicos sem escrúpulos", que querem tirar
qualquer tumor porque ganham mais assim.
"Mas é
perfeitamente possível e muito comum que pacientes com tumores brandos sejam só
acompanhados. De cada 20 doentes no meu consultório, seis ficam apenas em
vigilância, voltando de quatro em quatro meses."
SEGUNDO MAIS LETAL
Distribuição das mortes por câncer entre homens brasileiros entre 2009 e 2013, em %
Outras localizações
14,60
Brônquios e pulmões
13,73
Próstata
9,16
Estômago
6,26
Esôfago
4,89
Fígado
4,36
Cólon
4,06
Pâncreas
3,86
Encéfalo
3,59
Laringe
3,42
Localização primária desconhecida
2,39
Bexiga
2,08
Reto
27,58
Outras localizações
EPIDEMIOLOGIA
Gustavo Gusso,
diretor-científico da sociedade de medicina da família, afirma que os
urologistas são formados para tratar a próstata doente, mas não têm treinamento
em epidemiologia. "Isso faz com que acabem distorcendo os resultados dos
estudos usando números que impressionam, mas são truques estatísticos."
Ele ressalta a
importância de "ter uma vida saudável, prestar atenção ao corpo e
conversar com seu generalista para avaliar os seus riscos".
Para colocar
mais lenha na fogueira, em 2010, o próprio descobridor do PSA, Richard Ablin,
escreveu um artigo para o jornal "The New York Times": "Eu nunca
imaginei que minha descoberta quatro décadas atrás iria resultar em um desastre
dessas proporções que visa o lucro".
O próprio Inca
(Instituto Nacional de Câncer) adotou postura semelhante à dos médicos de
família, "por existirem evidências científicas de que o rastreamento do
câncer de próstata produz mais dano do que benefício".
Os urologistas
rebatem dizendo que os médicos de família ignoram as particularidades do tumor
na próstata.
Uma delas é
que os sintomas da doença demoram a aparecer, de modo que esperá-los significa
ter de lidar com o tumor já em estágio avançado, quando talvez seja tarde
demais, afirma o urologista Carlos Sacomani, do AC Camargo Cancer Center.
A outra é que o câncer de próstata é especialmente sofrido –o paciente morre devagar, perdendo qualidade de vida ao longo dos anos.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Afinal de contas, existe vida após a morte ? [Ceterum non est vita post mortem?]
VIDA APÓS A MORTE, VIDA FUTURA; FUTURO
DE VIDA.
| Perispírito,ligado ao corpo pelo cordão de prata. |
Vivemos e batalhamos com denodo e
sacrifício pela existência, entretanto, temos a convicção de que a morte física
é certa, inexorável. Ninguém disso duvida. Mas, após o desenlace físico, qual o
nosso destino? Sobreviverá a individualidade após a morte? Na hipótese de sobreviver, seria essa sobrevivência temporária
ou eterna? Eis a questão que sempre inquietou o ser humano, desde o seu
estado de selvageria até os atuais dias.
Os Gregos e os povos do Oriente
Próximo acreditavam na sobrevivência humana após o desenlace físico. Após a
morte, o ser humano, fosse bom ou mau, iria para um mundo subterrâneo, ao qual,
na Grécia, se dava o nome de “inferno”, na Babilônia, de “aralu” e, entre os
Judeus, de “xeol”.
| Inferno de Dante. |
Na maioria dos textos do velho testamento, dá-se a
entender que todos, indistintamente
iriam para o “xeol”, onde permaneceriam. Por outro lado, há registros que indicam haver a
possibilidade de os bons serem retirados de lá, posteriormente como nos
informam os Salmos 16:10 e49:15 “(...)porquanto não abandonará no xeol minh’alma... “(...) porém Deus remirá minh’alma
do poder do xeol, pois ele me receberá...”.
Doutras vezes, temos referências de pessoas que não
transitaram pelo “xeol” mas foram arrebatadas vivas diretamente ao Céu, como
Elias e Enoque (Gênese 5:24 e II Reis 2:11).
Há também, na Bíblia, como está registrado em Jó 19:26-27, a
convicção de encontrar-se diretamente com Deus, após a morte, sem transitar
pelo “xeol”: “(...) e depois de destruída essa minha pele, mesmo fora de minha
carne, verei Deus; vê-lo-ei ao meu lado, e os meus olhos o contemplarão...”
Isso tudo põe por terra a tese que algumas escolas
religiosas cristãs apresentam, no sentido de que o homem fica, depois da morte,
em estado de sono até a data da ressureição no fim dos tempos, quando despertará para o
juízo final.
De modo geral, no velho testamento a recompensa para o homem
fiel a Deus era a própria terra, através
de favores divinos de propriedade, saúde, vida longa e morte digna. Esse
conceito de que a recompensa divina a quem fosse fiel a Deus era na própria
terra ainda perdura nos dias atuais, bastando observar certos programas em
nossa televisão, em que aderiram à religião que ora professam e onde conheceram
o deus vivo, tudo mudou em sua vida: progrediram nos negócios, curaram-se de
enfermidades, deixaram vícios etc , etc.
Vê-se, pois, que, pela dificuldade de entenderem as coisas
espirituais, materializaram a visão de recompensas relativas à vida futura.
Os saduceus, no tempo de Jesus, tinham essa concepção, não
acreditando sequer na dita “ressureição dos mortos” (Mc. 12:18-27).
Na época do Novo Testamento, a idéia da imortalidade da
alma, de certo modo, se ampliou, mas as concepções do lugar onde se localizava
o homem depois da morte pouco mudou.
| Reino de Hades. |
Esclarecimentos
Espíritas.
Pelas informações obtidas dos
próprios Espíritos a respeito da vida além da morte, a Doutrina Espírita
esclarece que, de fato, há regiões diferenciadas no plano espiritual,
representando esferas inferiores como superiores. Assim, é que o desencarnado,
conforme o peso específico do perispírito (que espelha seu estado íntimo) pode
se situar na Crosta, no Umbral, nas Trevas ou nas regiões superiores, onde se
localizam as Colônias Espirituais. É preciso
esclarecer que o Umbral e as Trevas são regiões distintas. O Umbral
começa na crosta terrestre. É uma zona obscura, repleta de desencarnados e
formas-pensamentos dos encarnados. Aí se encontram fluidos pesados emitidos por
milhares de mentes desequilibradas. É criação, por assim dizer, do próprio
homem, encarnado e desencarnado. O Umbral funciona como região destinada ao
esgotamento de resíduos mentais, uma espécie de zona purgatorial onde se queima
a prestação o material deteriorado das ilusões que a criatura adquiriu por
atacado. Está repleto de desesperados, revoltados, infelizes malfeitores e
meliantes de várias categorias.
| Umbral. |
Enquanto que o Umbral se inicia da
superfície da crosta para cima, as trevas são regiões que se iniciam da superfície
da terra para baixo, abrangendo “as profundezas dos mares e o âmago da Terra” (Nosso
Lar cap. 44). Representam as regiões inferiores das esferas espirituais; ao
tempo em que, no Umbral situam-se, preponderantemente, Espíritos desequilibrados,
nas Trevas encontram-se aqueles delinquentes que “deitam de si oscilações mentais de
terrível caráter”. São tiranos, suicidas, homicidas, carrascos do povo,
libertinos, traidores do bem e os complicados em viciações de todas as
procedências.
Nas regiões ditas superiores,
conforme dissemos acima, encontram-se as colônias espirituais, algumas
adjacentes ao Umbral, como “Nosso
Lar” e, outras, mais elevadas, como “Alvorada Nova”. Nosso Lar não é propriamente
“ o céu”, “o paraíso”, mas um núcleo de transição; É mais propriamente um
hospital, uma escola, um templo. Digno de nota é a observação de Lísias a André
Luiz:
“Nosso Lar não é estância de Espíritos propriamente virtuosos... Somos
felizes porque temos trabalho e a alegria habita cada recanto da Colônia”
| Colônia espiritual de Nosso Lar. |
É digna de registro a advertência do
Espírito Lourenço Prado (Seareiros de Volta) quando nos exorta a evitarmos
simplesmente substituir as noções de inferno por Umbral ou de céu por esferas
superiores, esclarecendo que “ as próprias colônias espirituais enobrecidas,
estruturadas em matéria rarefeita na espiritualidade, são transitórias”. E
acrescenta: “acostuma-te a raciocinar, não em termos de condição de espaço, mas
em termos de estado de alma”. É por
isso, que André Luiz registra em “Obreiros da vida eterna”, o seguinte
esclarecimento:
Cada homem mentais em que se, por sí, elevar-se-á ao céu ou descerá aos
infernos transitórios, em obediência às disposições prende”
[ Vita post mortem futura vita, futura.
Initial considerationes om.
Proeliatus esset audacia pro uiuimus tamen certo persuasum corporali sacrum. Nemo dubitat, quin. Sed post physicam exitus fuit, quem fata loquentur? Individuality moventes mortem? In omnibus superstes esset superstes it temporariae siue sempiternae? Id est quaestio quae semper aestuasset de statu hominis feritas in hodiernum diem.
The Greek and Near populos orientales crediderunt in physica humanae superessendam post eventum. Post mortem hominis, sive bonum sive malum, subterraneo esset mundus, a quo in Graecia, nomine datum "infernum" in Babylone "Aralu" et apud Judaeos "Infernus ".]
In most Old Testament texts, we are given to understand that everyone, without distinction would go to "Sheol", where they would remain. On the other hand, there are reports that indicate that there is the possibility of the good being removed from there, later to inform us Psalms 16:10 e49: 15 "(...) because they will not leave my soul in Sheol ..." ( ...) But God will redeem my soul from the power of Sheol, for he will receive me ... ".
Of other times, we have references of people who transited the "Sheol" but were alive snatched directly to heaven as Elijah and Enoch (Genesis 5:24 and II Kings 2:11)
Also, in the Bible, as recorded at Job 19: 26-27, the conviction meet directly with God after death, without transiting through the "Sheol": "(...) and after that destroyed my skin, even out of my flesh I will see God; I will see you at my side, and my eyes comtemplarão ... "
All this demolishes the theory that some Christian religious schools have, in the sense that man is, after death, in a state of sleep until the date of resurrection in the end times, when awake for the final judgment.
Generally, in the Old Testament the reward for man faithful to God was the earth itself, through divine favors property, health, long life and dignified death. This concept of the divine reward to those who were faithful to God was in the land itself still lingers today, simply by watching certain programs on our television, which joined the religion they profess now and where they met the living God, everything changed in his life, progressed in business, were cured of illnesses, addictions left etc, etc.
It is seen, therefore, that the difficulty of understand spiritual things, materialize the rewards of view concerning the afterlife.
The Sadducees in the time of Jesus, had this conception, not even believing in the so-called "resurrection from the dead" (Mk. 12: 18-27).
In New Testament times, the idea of the immortality of the soul, in a way, widened, but the conceptions of the place where it was located the man after death has changed little.
And when the original Hebrew Old Testament was translated into Greek in order to meet existing Jewish communities in the world of Hellenic culture, the concept of "Sheol" entered the Septuginta under the name of "hell" or "Hades" adapting to the Greek conception of the underworld that housed the dead: but in this said "hell" there was only place of shadows and torments for humans, but beatitudes of places (Champs Elysees) and imprisonment for the vanquished Titans and unrepentant wicked (Tartarus).
Clarifications Spiritualists.
The information obtained from the spirits themselves about life after death, the Doctrine clarifies that, in fact, there are different regions in the spirit world, representing lower as higher spheres. Thus it is that the disembodied, as the specific gravity of perispirit (which mirrors his inner state) could be located in crust, the Threshold, the Dark or the upper regions, where there are the Spiritual Colonies. It is necessary to clarify that the Threshold and Darkness are distinct regions. The Threshold begins in the earth's crust. It's a gray area, filled with disembodied and thought forms of the incarnate. There are heavy fluids emitted by thousands of unbalanced minds. It is creating, so to speak, the man himself, embodied and disembodied. The Threshold works as a region destined to depletion of mental waste, a kind of purgatorial zone where it burns to provide the material deteriorated illusions that the creature purchased wholesale. It is filled with desperate, angry, unhappy criminals and miscreants of various categories.
While the Threshold begins the surface of the crust up, the darkness are regions that start the earth's surface down, covering "the depths of the seas and the earth's core" (Our Home Ch. 44). Represent the lower regions of the spiritual spheres; at the time that the Threshold are located, primarily, unbalanced Spirits on Dark are those offenders who "throw him mental swings terrible character." Are tyrants, suicidal, homicidal, people's executioners, rakes and complicated and traitors in viciações from all sources.
In said upper regions, as said above, are the spiritual colonies, some adjacent to the Threshold, as "Our Home" and other, higher, as "New Dawn". Our Home is not exactly "heaven," "paradise," but a transition nucleus; It is more properly a hospital, a school, a temple. Of note is the observation Lísias André Luiz:
"Our Home is no resort itself virtuous spirits ... We are happy because we work and the joy inhabit every corner of Cologne"
It is worthy of record warning of the Spirit Lourenço Prado (Volta Seareiros) when exhorts us to avoid simply replacing the hell notions by Threshold or sky by higher spheres, clarifying that "ennobled own spiritual colonies, structured rarefied matter in spirituality , they are transitory. " He adds, "you get used to reason, not in terms of space condition, but in terms of state of mind." That's why, that André Luiz records in "Workers of eternal life", the following clarification:
Each mental man who, by sí, will be raise to heaven or descend to hell transient, in compliance with the provisions holds "
In most Old Testament texts, we are given to understand that everyone, without distinction would go to "Sheol", where they would remain. On the other hand, there are reports that indicate that there is the possibility of the good being removed from there, later to inform us Psalms 16:10 e49: 15 "(...) because they will not leave my soul in Sheol ..." ( ...) But God will redeem my soul from the power of Sheol, for he will receive me ... ".
Of other times, we have references of people who transited the "Sheol" but were alive snatched directly to heaven as Elijah and Enoch (Genesis 5:24 and II Kings 2:11)
Also, in the Bible, as recorded at Job 19: 26-27, the conviction meet directly with God after death, without transiting through the "Sheol": "(...) and after that destroyed my skin, even out of my flesh I will see God; I will see you at my side, and my eyes comtemplarão ... "
All this demolishes the theory that some Christian religious schools have, in the sense that man is, after death, in a state of sleep until the date of resurrection in the end times, when awake for the final judgment.
Generally, in the Old Testament the reward for man faithful to God was the earth itself, through divine favors property, health, long life and dignified death. This concept of the divine reward to those who were faithful to God was in the land itself still lingers today, simply by watching certain programs on our television, which joined the religion they profess now and where they met the living God, everything changed in his life, progressed in business, were cured of illnesses, addictions left etc, etc.
It is seen, therefore, that the difficulty of understand spiritual things, materialize the rewards of view concerning the afterlife.
The Sadducees in the time of Jesus, had this conception, not even believing in the so-called "resurrection from the dead" (Mk. 12: 18-27).
In New Testament times, the idea of the immortality of the soul, in a way, widened, but the conceptions of the place where it was located the man after death has changed little.
And when the original Hebrew Old Testament was translated into Greek in order to meet existing Jewish communities in the world of Hellenic culture, the concept of "Sheol" entered the Septuginta under the name of "hell" or "Hades" adapting to the Greek conception of the underworld that housed the dead: but in this said "hell" there was only place of shadows and torments for humans, but beatitudes of places (Champs Elysees) and imprisonment for the vanquished Titans and unrepentant wicked (Tartarus).
Clarifications Spiritualists.
The information obtained from the spirits themselves about life after death, the Doctrine clarifies that, in fact, there are different regions in the spirit world, representing lower as higher spheres. Thus it is that the disembodied, as the specific gravity of perispirit (which mirrors his inner state) could be located in crust, the Threshold, the Dark or the upper regions, where there are the Spiritual Colonies. It is necessary to clarify that the Threshold and Darkness are distinct regions. The Threshold begins in the earth's crust. It's a gray area, filled with disembodied and thought forms of the incarnate. There are heavy fluids emitted by thousands of unbalanced minds. It is creating, so to speak, the man himself, embodied and disembodied. The Threshold works as a region destined to depletion of mental waste, a kind of purgatorial zone where it burns to provide the material deteriorated illusions that the creature purchased wholesale. It is filled with desperate, angry, unhappy criminals and miscreants of various categories.
While the Threshold begins the surface of the crust up, the darkness are regions that start the earth's surface down, covering "the depths of the seas and the earth's core" (Our Home Ch. 44). Represent the lower regions of the spiritual spheres; at the time that the Threshold are located, primarily, unbalanced Spirits on Dark are those offenders who "throw him mental swings terrible character." Are tyrants, suicidal, homicidal, people's executioners, rakes and complicated and traitors in viciações from all sources.
In said upper regions, as said above, are the spiritual colonies, some adjacent to the Threshold, as "Our Home" and other, higher, as "New Dawn". Our Home is not exactly "heaven," "paradise," but a transition nucleus; It is more properly a hospital, a school, a temple. Of note is the observation Lísias André Luiz:
"Our Home is no resort itself virtuous spirits ... We are happy because we work and the joy inhabit every corner of Cologne"
It is worthy of record warning of the Spirit Lourenço Prado (Volta Seareiros) when exhorts us to avoid simply replacing the hell notions by Threshold or sky by higher spheres, clarifying that "ennobled own spiritual colonies, structured rarefied matter in spirituality , they are transitory. " He adds, "you get used to reason, not in terms of space condition, but in terms of state of mind." That's why, that André Luiz records in "Workers of eternal life", the following clarification:
Each mental man who, by sí, will be raise to heaven or descend to hell transient, in compliance with the provisions holds "
sábado, 20 de junho de 2015
Olimpíadas de 2016. Nas águas da Baía de Guanabara, velejadores competirão, infelizmente, em águas ainda poluídas.
A pouco mais de um ano para as Olimpíadas no Rio, a gerente
de sustentabilidade do Comitê Rio 2016, Tânia Braga, descartou, na
quarta-feira, em audiência na Câmara dos Deputados, a possibilidade de a
competição de vela ser transferida para fora da Baía de Guanabara - ou mesmo
para outra cidade. Apesar disso, o governo do estado, responsável pelo
cumprimento do compromisso de fazer com que 80% do esgoto despejado na Baía seja
tratado, admitiu que haverá lixo flutuante nas olimpíadas durante os jogos e
classificou como "o paliativo do paliativo" as soluções buscadas para
a realização do evento.
- Não existe plano B para realização das provas. Nós não vamos desistir
da Baía de Guanabara - disse Tânia Braga, da Rio 2016.
Contudo, o consultor do governo do estado para o Programa de Saneamento
da Baía de Guanabara, Guido Géllis, reconheceu que todo o esforço serve apenas
para reduzir a contaminação do espelho d'água pelo lixo flutuante:
- O que tem que se fazer é a coleta do lixo. Os ecobarcos são um
paliativo do paliativo, mas mesmo assim vamos contratá-los. Eles estarão lá
para minimizar a questão. Mas, infelizmente, lixo flutuante vai ter (durante as
Olimpíadas) - lamentou.
Ele calculou que a
despoluição da área teria um custo de R$ 20 bilhões.
Na sessão, os especialistas destacaram a dificuldade de solucionar o
problema da contaminação da Baía em razão da amplitude da área poluída, que
fica no entorno de 15 municípios do Rio de Janeiro, onde vivem 10 milhões de
pessoas. Gélli afirma que a coleta de lixo é falha nessas regiões, o que também
contribui para a perpetuação da poluição no local.
Enquanto os representantes dos órgãos olímpicos garantiram que a área
reservada aos velejadores é favorável, ambientalistas rebateram. Para eles, a
Baía de Guanabara não será despoluída a tempo dos Jogos. Em maio, o presidente
do Comitê Olímpico, Arthur Nuzman, admitiu que a meta de coletar e tratar 80%
do esgoto despejado na baía não será alcançada.
— Não posso deixar de me revoltar. Algo está podre nessa questão da Baía
de Guanabara. Para resolver o problema, são necessários 25 anos com políticas
públicas de saneamento, esporte e educação — criticou.
Presente à audiência, o presidente em exercício da Autoridade Olímpica
Marcelo Pedroso, admitiu que o nível de contaminação da Baía é elevado. No
entanto, segundo ele, a área está em condições de receber a competição:
- Temos dificuldades, esse é um problema complexo. Mas o plano de ações
nos dá tranquilidade de que a competição tem condições de se realizar nos
campos de prova que foram estabelecidos para 2016. A qualidade da água tem
historicamente melhorado nos seis pontos de competição para garantir o contato
do atleta com a água.
Em agosto, um novo evento teste deve ocorrer na raia demarcada para
verificar a qualidade de água da Baía. Agora, a Comissão de Meio Ambiente deve
agendar na próxima semana uma viagem para que uma comitiva de parlamentares
visite o Rio a fim de fiscalizar a realização das obras para despoluição na
área destinada aos jogos olímpicos.
De acordo com Pedroso, medidas como a construção de ecobarreiras e a
contratação de ecobarcos para coletar os resíduos serão adotadas pelo estado.
Além disso, serão lançados produtos químicos na Baía de Guanabara para mitigar
o lixo que fica boiando na água e garantir a realização das provas. Na marina
da Glória será implantado um cinturão para evitar o deslocamento do lixo. O
prazo para que essas ações sejam implementadas vence em dezembro.(reportagem jornal o globo)
Até quando conviveremos com o descaso, e o desvio de finalidade dos recursos públicos.
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